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Estado garante recursos para custeio de assistência social

Autoria: Redação  |  Fotos: Divulgação



Uma boa notícia para as 92 cidades do Estado do Rio. A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Social (Sectids) acaba de realizar repasse da primeira parcela para o custeio das atividades de assistência social em todos os municípios fluminenses. No total, são R$ 40 milhões, divididos em quatro parcelas o restante será repassado até o fim de 2018.

Segundo a Sectids, os repasses são uma contrapartida estadual para a rede do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e realizada por meio do Fundo Estadual de Assistência Social (Feas). Têm direito a receber os municípios que realizaram o encaminhamento dos respectivos planos de ação e também a documentação comprobatória da aprovação pelos Conselhos Municipais de Assistência Social.

"É um dinheiro fundamental para as cidades do Estado do Rio, pois custeia serviços importantes para crianças, adolescentes, idosos e famílias necessitadas, já que permite a continuidade dos trabalhos de assistência social", destaca a subsecretária de Assistência Social e Descentralização de Gestão da Sectids, Nelma Azeredo.

De acordo com a subsecretária, os repasses estavam suspensos desde 2015 devido à grave crise financeira do Estado do Rio. Com a suspensão, muitas cidades precisaram parar ou diminuir os atendimentos de assistência social. "A volta dos recursos é promissora notícia para os municípios. Estamos empenhados em realizar e manter os repasses para que os serviços assistenciais possam beneficiar as famílias e indivíduos em situação de pobreza e outras vulnerabilidades", garante Nelma Azeredo.

 

Serviços Sociais

A liberação de recursos vai garantir o funcionamento de 421 Centros de Referência de Assistência Social (Cras), 116 Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), 52 equipes de abordagem e 199 grupos de acompanhamento de medida socioeducativa. Também vai ser possível manter 2.252 vagas de acolhimento para crianças, adolescentes e jovens até 21 anos, 2.133 vagas de acolhimento para população em situação de rua e três residências inclusivas, entre outros serviços.

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