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Pacientes de clínica interditada em Juiz de Fora estavam no local contra a vontade

Autoria: Redação  |  Fotos: Divulgação

 


Dos 26 internos da comunidade terapêutica interditada em Juiz de Fora ouvidos pela equipe técnica da Vigilância Sanitária nesta sexta-feira (8), 18 disseram que estavam no local contra a vontade. Em depoimento, eles também alegaram que não podiam deixar a clínica por conta de multas contratuais.

Após a interdição, o local tem 15 dias para ser desativado. Das pessoas que estavam na clínica, a grande maioria estava internada compulsoriamente - quando a legislação é aplicada para o tratamento de dependentes químicos em instituições de saúde, mesmo contra a vontade.

 

Interdição

De acordo com o MPMG, na unidade foram constatadas diversas irregularidades, como ausência de registros médicos, de prontuários, de fichas de evolução, de projeto terapêutico e de receitas médicas. Além disso, foram identificados graves problemas estruturais, materiais e sanitários e falta de equipe técnica compatível com a atividade desenvolvida.

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